Vazamento de dados de clientes
Um único endpoint exposto pode entregar todo o seu banco. A maioria dos vazamentos não vem de hackers russos — vem de IDORs e tokens mal validados.
Auditoria de segurança ofensiva para web, APIs e sistemas críticos. Mesma metodologia, mesmo arsenal e mesma profundidade dos pesquisadores que vencem programas de bug bounty internacionais.
//Metodologia validada em programas internacionais
Cada semana, uma empresa brasileira aparece no jornal por vazamento, multa de LGPD ou ransomware. A pergunta não é se vão tentar atacar você. É quando.
Um único endpoint exposto pode entregar todo o seu banco. A maioria dos vazamentos não vem de hackers russos — vem de IDORs e tokens mal validados.
Até 2% do faturamento ou R$ 50 milhões por incidente. E você precisa provar que tomou medidas razoáveis de segurança. Pentest documentado é uma dessas medidas.
Um SSRF + uma credencial de cloud exposta = sua infraestrutura inteira refém. Tempo médio de downtime: 21 dias.
78% dos clientes brasileiros abandonam uma marca após incidente de segurança publicado. Recuperar essa reputação custa mais que qualquer pentest.
Pensamos como atacantes reais para que você nunca precise reagir como vítima.
Simulação de ataque controlada e profunda em uma janela definida (1 a 4 semanas). Cobertura full-stack: aplicação web, APIs, autenticação, sessões, integrações, lógica de negócio.
Para lançamentos, due diligence, conformidade, pré-auditoria de cliente enterprise.
Revisão estruturada com acesso ao código (whitebox) ou sem (blackbox). Identifica falhas de design, controles ausentes, configurações inseguras, dívida de segurança acumulada.
Para evolução de plataforma, troca de tech stack, M&A, preparação para SOC2/ISO.
Vigilância recorrente sobre superfície de ataque, novos endpoints, dependências, vazamentos públicos (GitHub, pastebin, dark web). Alertas em tempo real.
Para SaaS em crescimento, fintechs, e-commerces de alto volume.
A maioria das auditorias roda Nessus, gera PDF e cobra caro. Nós construímos algo diferente.
OWASP Top 10 cobre cerca de 10. Nosso framework mapeia 54 — incluindo SSRF chains, OAuth state, BOPLA, race conditions H2, SAML XSW, cache poisoning e webhook forgery.
Ferramentas desenvolvidas internamente: Auth Matrix, Race Engine, OAuth State Fuzzer, SAML Attacker, GraphQL Probe, State Machine Attacker, Webhook Forge — e mais 38.
Antes de qualquer entrega: devil's advocate, blind spot audit, chain matrix, re-análise, exploração persistente e pattern matching cross-target.
A Metodologia No Vuln é nossa abordagem proprietária de adversary emulation. Em vez de rodar um scanner e gerar um PDF que ninguém lê, atacamos seu sistema do mesmo jeito que pesquisadores de elite atacam empresas em programas de bug bounty internacionais — buscando premissas erradas do desenvolvedor, não apenas inputs sem sanitização.
Em etapas específicas usamos modelos de IA de fronteira como aceleradores. Toda hipótese é validada manualmente por um pesquisador antes de virar um achado. IA acelera. Pessoa decide.
Falar com um pesquisadorDa primeira call à entrega final, cada etapa é documentada, reproduzível e auditável.
Reconhecimento passivo, mapeamento de superfície, análise de código aberto (JS bundles, GitHub público, SDKs).
Captura de tráfego HAR, mapeamento de fluxos de autenticação, walkthrough da lógica de negócio com seu time.
Geração de 20–40 hipóteses de ataque ranqueadas por probabilidade de impacto. IA propõe, pesquisador prioriza.
Execução das hipóteses com nosso arsenal proprietário. Exploração controlada, com PoC reproduzível e zero impacto em produção.
Cada achado passa por 6 gates de validação. Relatório executivo + técnico + sessão de readout. Re-test incluso após correção.
Não importa se é monolito ou microserviço, REST ou GraphQL, mobile-first ou B2B legacy.
Frontend e backend.
OWASP API Top 10.
Onde mora 40% dos bugs P1.
Confiar em parceiro é assumir o risco dele.
App + tráfego + storage.
AWS, GCP, Azure.
Não usamos checklist genérica. Abordagem construída em centenas de horas de pesquisa em programas de bug bounty internacionais.
Simulamos exatamente o que um atacante avançado faria — incluindo chains de exploração que scanners nunca encontram.
PoC reproduzível, severidade calibrada (CVSS 4.0 + impacto de negócio) e plano de remediação claro.
Corrigiu? Validamos a correção sem custo adicional. Outras consultorias cobram à parte.
Sem camada de gerente de conta. Você fala diretamente com quem encontrou o bug.
NDA padrão antes de qualquer conversa técnica. Dados do escopo permanecem em ambiente isolado.
Em desenvolvimento — primeiros cases serão divulgados em 2026. Por enquanto, mostramos o que nossa metodologia detecta em simulações.
Tipos de bugs P1 reproduzidos em laboratório
Ferramentas proprietárias no arsenal
Achados acompanham PoC reproduzível
Resposta para diagnóstico inicial
Vulnerabilidades reproduzidas em ambiente de laboratório
Não é PDF de 200 páginas que ninguém lê. São dois documentos, cada um para quem precisa.
Fale agora com nosso time pelo WhatsApp. Resposta em minutos durante o horário comercial — sem formulário, sem espera.
Não. Trabalhamos com exploração controlada, sempre alinhada ao escopo. Testes destrutivos só ocorrem em ambiente de homologação ou janela de manutenção combinada. Em produção, validamos cada bug com PoC mínima — sem payloads que causem indisponibilidade.
Diagnóstico inicial gratuito de superfície de ataque externo. Sem compromisso, em até 24h úteis.