No Vuln — empresa brasileira de pentest e auditoria de segurança ofensiva

Auditoria de segurança para fintechs que precisam passar no Bacen e em due diligence.

Pentest profundo cobrindo Bacen Resolução 4.893 (CMN 4.893), fluxos PIX, Open Finance, KYC bypass, fraude transacional e isolamento entre tenants. Mesma metodologia usada para vencer programas de bug bounty da eToro, Bitso e bancos internacionais.

  • NDA bilateral em 24h
  • Re-test incluso
  • Contato direto com o pesquisador

Por que fintechs

Fintech tem ataque diferente. Scanner genérico não acha.

A maioria dos pentests de fintech no Brasil é feita com Nessus, Acunetix ou Burp Pro rodando em “modo automatizado”. Esses scanners encontram bugs óbvios — versões desatualizadas, headers ausentes, XSS triviais. Eles não encontram nada do que de fato derruba uma fintech: BOLA em endpoint de transação, race condition em saque, inconsistência entre saldo cache e fonte primária, JWT mal validado em fluxo de cobrança, OAuth state confusion entre app e parceiro Open Finance.

Nosso pentest começa onde scanner termina. Atacamos lógica de negócio, chains entre componentes e premissas erradas dos desenvolvedores — porque é assim que pesquisador de bug bounty real ataca, e é assim que adversário real ataca.

Desde dezembro de 2025, o pentest também é exigência expressa do Banco Central: anual, independente e documentado. Detalhes em o que a Resolução CMN 4.893 exige do pentest em fintech e banco digital.

Escopo

O que cobrimos em pentest de fintech

Cobertura regulatória

  • Bacen Resolução 4.893 — testes de segurança cibernética obrigatórios para instituições financeiras e instituições de pagamento. Relatório formatado para evidência regulatória.
  • Resolução BCB 85 — política de segurança cibernética e requisitos para contratação de serviços de processamento e armazenamento de dados.
  • LGPD Art. 46 — medidas técnicas para proteção de dados de clientes.
  • PCI-DSS 4.0 — para fintechs que processam cartão diretamente (requisitos 11.4.x).

Fluxos PIX

  • QR code dinâmico — manipulação de payload, bypass de validação de valor
  • QR code estático — deep links, abuse de múltiplos pagadores
  • Cobrança por chave — testes de phishing por chave forjada
  • Devolução PIX — race conditions, double spending
  • Iniciação de pagamento — auth de iniciador, validação de payload

Open Finance

  • Fluxo de consentimento — testes de confused deputy, scope escalation
  • Auth FAPI — JWT validation, JWS detached signature, JWE
  • Endpoint de dados — BOLA entre clientes, vazamento entre instituições
  • Webhook de eventos — replay, signature bypass, SSRF via callback

Fraude transacional

  • Race conditions em saque, transferência e PIX
  • Inconsistência saldo cache vs fonte de verdade (Redis vs Postgres)
  • Bypass de limite por modificação de payload
  • Replay de transação assinada
  • Manipulação de moeda em conta multi-currency

KYC e onboarding

  • Bypass de validação de documento (deepfake, OCR injection)
  • Reuso de selfie / liveness bypass
  • SSRF via webhook de provedor de KYC
  • BOLA em endpoints de upload de documento
  • Race em conclusão de onboarding

Autenticação e sessão

  • OAuth 2.0 / OIDC — state fuzzing, redirect URI fuzz, token theft
  • JWT — algorithm confusion, kid path traversal, JKU SSRF
  • MFA bypass — race em códigos OTP, recovery flows quebrados
  • SAML XSW — para integrações enterprise
  • Session fixation, session puzzling

Track record

Onde já reportamos vulnerabilidades

Pesquisadores da No Vuln têm achados publicados ou validados em programas de bug bounty de fintechs e instituições financeiras internacionais — incluindo:

  • eToro — plataforma de trading social com mais de 30 milhões de usuários
  • Bitso — maior exchange de cripto da América Latina
  • Hostinger — provedor global de hospedagem com base de milhões de clientes
  • U.S. Department of Defense — programa de bug bounty oficial

Não vendemos “hackers éticos”. Vendemos pesquisadores que competem com adversários reais em programas onde só achado novo é pago.

Preço

Faixas de investimento para fintech

CenárioFaixaCobertura
Fintech early-stage (MVP, pré-Bacen)Sprint (25h): R$ 8.750 a R$ 12.500Web + API + auth, blackbox
IP autorizada / fintech com base ativaDeep Dive (50h): R$ 17.500 a R$ 25.000+ PIX + KYC + integrações + fraude
Banco digital / Open FinanceFull Scope (100h+): a partir de R$ 35.000Whitebox completo + mobile + cloud + Open Finance
Recorrente para fintech ativaPTaaS: sob consultaPentest contínuo sprint-aligned + monitoramento de superfície

Cada caso recebe orçamento personalizado após escopo definido. O valor-hora varia de R$ 350 a R$ 500 conforme stack, modalidade e prazo — pacotes maiores têm hora menor. Pagamento em até 3x sem juros no pentest pontual. Faturamento com NF-e (CNPJ obrigatório).

FAQ

Perguntas frequentes

  • Pentest é obrigatório para fintech no Brasil?

    Para instituições autorizadas pelo Banco Central, sim. Desde a Resolução CMN 5.274 (dezembro de 2025), a Resolução CMN 4.893 (Bacen 4.893) exige testes de intrusão no mínimo anuais, feitos com independência por profissional ou empresa especializada contratada e documentados com as falhas e o plano de correção. Instituições de pagamento, corretoras e distribuidoras seguem a mesma regra pela Resolução BCB 85, alterada pela BCB 538. Fintech que opera via banco parceiro não é alvo direto, mas o parceiro precisa definir controles para os prestadores que tratam dados sensíveis.

  • Quanto custa um pentest para fintech?

    Para fintech early-stage (pré-Bacen): Sprint (25h), R$ 8.750 a R$ 12.500. Para IP autorizada com base ativa: Deep Dive (50h), R$ 17.500 a R$ 25.000. Para banco digital com Open Finance: Full Scope (100h+), a partir de R$ 35.000. PTaaS (recorrente): sob consulta. O valor-hora varia de R$ 350 a R$ 500 por hora.

  • Vocês cobrem PIX e Open Finance?

    Sim. Cobertura completa de fluxos PIX (QR estático e dinâmico, devolução, cobrança), Open Finance (consentimento, FAPI auth, endpoints de dados, webhooks de eventos), KYC (bypass de validação, liveness, deepfake) e fraude transacional.

  • O relatório serve como evidência para Bacen?

    Sim. Os relatórios são formatados para servir como evidência regulatória direta — Bacen 4.893 e BCB 85. Sumário executivo + relatório técnico + statement formal de conformidade.

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