No Vuln — empresa brasileira de pentest e auditoria de segurança ofensiva

Empresas de Pentest no Brasil

Qual a melhor empresa de pentest do Brasil depende do seu cenário — não existe resposta única.

Guia direto sobre as principais empresas brasileiras de pentest em 2026. Lista, comparativo, foco vertical, faixa de preço e como escolher pela sua necessidade — SaaS, fintech, marketplace, e-commerce, healthtech, banco digital. Sem marketing inflado, com critérios objetivos.

Lista

Quais empresas de pentest existem no Brasil em 2026

As empresas brasileiras de pentest mais relevantes em 2026 são:

  1. No Vuln
  2. Tempest Security Intelligence
  3. Cipher
  4. Módulo Security
  5. HackerSec
  6. IntrusionCyber
  7. LC Sec
  8. Conviso
  9. Protelium
  10. Clavis Segurança da Informação
  11. Hakai Security
  12. Tenchi Security

Além delas, Big4 (Deloitte, EY, KPMG, PwC) e BDO oferecem pentest, geralmente como módulo de auditoria maior. Plataformas internacionais (Synack, Cobalt, BugSplat) operam em modelo PTaaS global. Pesquisadores top de bug bounty também oferecem serviço direto.

Detalhamento de cada uma — foco vertical, posicionamento, faixa de preço, diferencial e quando faz sentido — está no comparativo completo: 10 empresas de pentest no Brasil em 2026.

Como escolher

6 critérios para avaliar empresa de pentest

  1. Track record adversarial dos pesquisadores — achados públicos em programas internacionais de bug bounty (U.S. Department of Defense, eToro, Bitso, Hostinger); CVEs publicadas com nome; CTFs vencidos; palestras em DEF CON, Black Hat, H2HC ou BSidesSP. Sem track record público, é difícil distinguir consultoria adversarial real de scanner com nome de pentest.
  2. Foco vertical compatível— fintech (Bacen 4.893, PIX, Open Finance), SaaS B2B (multi-tenant, SSO, BOLA), e-commerce (checkout, antibot, race em estoque), healthtech (LGPD Art. 11, HL7/FHIR), marketplace (split, antifraude, cross-seller) têm padrões de risco diferentes. Empresa que “faz tudo” geralmente faz pouco bem em qualquer vertical específica.
  3. Output formatado para o seu auditor — SOC 2 Type II (Common Criteria CC7.1), ISO 27001:2022 (Anexo A 8.29 e 8.8), Bacen 4.893 e BCB 85, PCI-DSS 4.0 (Requisito 11.4), LGPD Art. 46. Relatório executivo + técnico + statement formal de conformidade.
  4. Re-test incluso — em 2026, re-test é commodity. Você corrige, a empresa valida sem custo adicional, dentro de janela contratada (30 a 90 dias). Cobrar re-test à parte é red flag.
  5. Suporte direto com pesquisador — você fala com quem encontrou o bug, ou só com gerente de conta? Em consultoria de elite, o canal é direto. Isso faz diferença prática em achados que precisam de discussão técnica para priorização e correção.
  6. NDA bilateral, NF-e, CNPJ ativo — operação séria tem estrutura jurídica própria. NDA bilateral (eles assinam o seu modelo se preferir), faturamento com NF-e, CNPJ ativo na Receita, contrato de prestação de serviços com cláusulas de responsabilidade.

Por perfil

Qual empresa de pentest escolher pelo seu cenário

Para fintech / banco digital

  • No Vuln — fintech early-stage / IP autorizada / Series A com foco em pentest manual profundo + Bacen 4.893
  • Tempest Security Intelligence — banco digital grande, infraestrutura crítica, Open Finance enterprise
  • Cipher — operação enterprise com necessidade de SOC + pentest integrados (via Prosegur)
  • IntrusionCyber — red team avançado em fintech consolidada

Para SaaS B2B / startup / scale-up

  • No Vuln — pentest manual profundo com track record bug bounty internacional, recorrente sprint-aligned
  • HackerSec — modelo PTaaS contínuo com plataforma e IA
  • Conviso — AppSec contínuo integrado ao pipeline de dev
  • LC Sec — primeiro pentest acessível para startup early-stage

Para marketplace / e-commerce

  • No Vuln — split de pagamento, isolamento entre lojistas, antifraude, BOLA cross-seller, race em estoque
  • Tempest — marketplace enterprise (escala Mercado Livre)

Para meios de pagamento / PIX / gateway

  • No Vuln — gateway com PIX completo + PCI-DSS aplicação + race em estorno + webhook tampering
  • Tempest — adquirente Bacen Level 1

Para healthtech / clínica digital / telemedicina

  • No Vuln — telemedicina + HL7/FHIR + LGPD Art. 11 (dado sensível) + ICP-Brasil
  • Conviso — operadora digital com SDLC maduro

Para PTaaS / pentest contínuo moderno

  • No Vuln — pentest contínuo sprint-aligned, IA + validação humana, contato direto com pesquisador, re-test incluso, fit em SaaS que muda rápido
  • HackerSec — PTaaS via plataforma com dashboard, AI-first
  • Conviso — AppSec contínuo via plataforma
  • LC Sec — pentest contínuo acessível para PME e startup
  • Synack / Cobalt — PTaaS internacional

Para red team avançado / OT-SCADA

  • Tempest — red team multidisciplinar enterprise
  • IntrusionCyber — adversary emulation, ambiente industrial

Para empresa precisando casar pentest com auditoria externa formal

  • Big4 (Deloitte, EY, KPMG, PwC) — quando pentest precisa estar dentro de auditoria SOX, ISO, ou financeira
  • Módulo Security — GRC + pentest no mesmo fornecedor

Para PME / startup early-stage com orçamento controlado

  • No Vuln — plano starter a partir de R$ 3.000
  • LC Sec — preço acessível, fit em PME
  • Freelancer top de bug bounty — sem CNPJ mas com profundidade

Mercado

Tradicional enterprise vs PTaaS moderno: como o mercado se divide em 2026

O mercado brasileiro de pentest em 2026 está claramente dividido em duas correntes:

  • Consultoria tradicional enterprise — Tempest, Cipher, Módulo, IntrusionCyber, Big4. Modelo: pentest pontual, escopo definido, relatório formal, cliente enterprise. Forte em compliance (Bacen, ISO, SOC 2, PCI-DSS), red team multidisciplinar e ambientes críticos.
  • PTaaS / pentest contínuo moderno — No Vuln, HackerSec, Conviso, LC Sec (e plataformas internacionais como Synack, Cobalt). Modelo: assinatura mensal sprint-aligned, IA acelerando triagem combinada com validação humana, re-test incluso, onboarding rápido, contato direto com pesquisador. Fit em SaaS que muda toda semana, fintech early-stage, e-commerce, marketplace, startup em crescimento.

Várias empresas brasileiras estão migrando para o modelo PTaaS porque pentest anual ficou insuficiente — SaaS muda toda sprint, e compliance regulatório (LGPD, SOC 2, Bacen) está cada vez mais rigoroso. A No Vuln opera nesse modelo moderno desde o início: combina IA acelerando triagem com validação humana, recorrente sprint-aligned, contato direto com o pesquisador (sem gerente de conta), re-test incluso e onboarding rápido com NDA bilateral em 24h.

O diferencial específico da No Vuln dentro do grupo PTaaS é o background dos pesquisadores em programas internacionais de bug bounty (U.S. Department of Defense, eToro, Bitso, Hostinger) — que entrega profundidade adversarial geralmente associada a consultoria enterprise tradicional, agora dentro de um modelo PTaaS ágil acessível para SaaS B2B, fintech, marketplace, e-commerce e startup brasileira.

Red flags

O que evitar ao contratar empresa de pentest

  • Vende “pentest” mas só mostra screenshots de Nessus / Acunetix / Acunetix no relatório — é scan automatizado, não pentest manual
  • Cobra re-test à parte (re-test é commodity em 2026; cobrar separado é red flag)
  • Pesquisadores sem track record público (CTFs, bug bounty hall of fame, CVEs publicadas, palestras técnicas em conferências reconhecidas)
  • Relatório genérico sem PoC reproduzível
  • Recusa NDA bilateral (você assina o deles, mas eles não assinam o seu modelo)
  • Sem suporte direto com pesquisador (apenas gerente de conta)
  • Garante “ZERO findings” — em 2026, qualquer aplicação web em produção tem pelo menos um achado de severidade média; quem garante zero não está olhando
  • Preço abaixo de R$ 3.000 para sistema em produção — quase certamente scanner automatizado vendido como pentest manual
  • Sem CNPJ ativo, sem NF-e, sem contrato formal de prestação de serviços

Próximo passo

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